Intimidade, Sexualidade e gravidez (primeira parte)
quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008
A intimidade sexual é uma componente essencial das relações, é um meio de expressão do amor, do prazer, do carinho e de ternura.Este conceito tem vindo a ser estudado, sobretudo no que se refere à vertente sexual e tem adquirido uma importância primordial na relação entre o casal.
De acordo com Costa, citado por Nogueiro et al (2004:36) o relacionamento sexual é um “…comportamento de intimi
dade, mas não a intimidade (…) embora esta dimensão seja muito importante para a intimidade, ela só por si, não dá significado à relação.
dade, mas não a intimidade (…) embora esta dimensão seja muito importante para a intimidade, ela só por si, não dá significado à relação.É possível ter um orgasmo, sem no entanto haver partilha de identidades; pode haver a resposta fisiológica inerente e, no entanto, estar desprovida de significado”.
Daqui se depreende que a intimidade não deve ser restringida exclusivamente ao campo sexual, sendo um conceito muito mais abrangente.
O próprio conceito de sexualidade tem vindo a alargar-se, ultrapassando o mero aspecto biológico. Ferrão (2002) citado por Rodrigues e Martins (2004:56) corrobora com esta ideia ao explicitar que “somos corporais, somos um corpo sexuado que mediatiza os nossos pensamentos, desejos, afectos e comportamentos”.
Também a OMS (2001:8) lança um conceito de sexualidade extremamente interessante: “A sexualidade é uma energia que nos motiva para encontrar amor, contacto, ternura e intimidade; ela integra-se no modo como sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo ser-se sexual. A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e,
por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”.
É necessário ter em consideração que a sexualidade é influenciada por factores fisiológicos, psicológicos e sócio-culturais. Assim sendo, e tendo em conta os inúmeros reajustamentos que a grávida e companheiro precisam de efectuar para se adaptarem à gravidez, não é de surpreender que a intimidade sexual apresente alguns problemas no decorrer deste período específico das suas vidas.
O próprio conceito de sexualidade tem vindo a alargar-se, ultrapassando o mero aspecto biológico. Ferrão (2002) citado por Rodrigues e Martins (2004:56) corrobora com esta ideia ao explicitar que “somos corporais, somos um corpo sexuado que mediatiza os nossos pensamentos, desejos, afectos e comportamentos”.
Também a OMS (2001:8) lança um conceito de sexualidade extremamente interessante: “A sexualidade é uma energia que nos motiva para encontrar amor, contacto, ternura e intimidade; ela integra-se no modo como sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo ser-se sexual. A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e,
por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”.É necessário ter em consideração que a sexualidade é influenciada por factores fisiológicos, psicológicos e sócio-culturais. Assim sendo, e tendo em conta os inúmeros reajustamentos que a grávida e companheiro precisam de efectuar para se adaptarem à gravidez, não é de surpreender que a intimidade sexual apresente alguns problemas no decorrer deste período específico das suas vidas.
Bobak (1999) cita Lederman (1984) para reforçar a ideia de que o casal, na generalidade se torna mais feliz e mais unido durante a gravidez, fomentando a maturidade nas relações marido-mulher.
No entanto, Silva (2001) citado por Nogueiro et al (2004) acrescenta que o grau de intimidade afectiva do casal depende do grau de intimidade que existia entre o casal na fase anterior à gravidez, ou seja, se a relação anterior era emocionalmente estável e sólida, a situação não irá sofrer grandes mudanças com o aparecimento da gravidez... por outro lado, se a relação entre o casal era conflituosa antes da gravidez, provavelmente, o casal terá maior dificuldade em
efectuar os respectivos ajustamentos.
Uma das questões que é colocada frequentemente durante a gravidez está relacionada com a proibição ou não de manter relações sexuais.
Muitos casais abstêm-se do sexo por pensarem que a penetração pode magoar o bebé. Outros, por uma questão mais ligada ao emocional e por associar a imagem da mulher com o aspecto sagrado da maternidade, evitam toda a actividade sexual.
No entanto, se não houver nenhuma contra-indicação médica, os casais poderão ter relações sexuais durante todo o período da gravidez. O bebé encontra-se protegido, dentro de membranas “bolsa amniótica”, rodeado por líquido amniótico.

Torna-se imperativo que os dois parceiros dialoguem sobre os seus sentimentos, uma vez que se não compreenderem as alterações fisiológicas e emocionais inerentes à gravidez, podem ficar confusos com o comportamento do outro. Conversar sobre as mudanças que cada um sente, pode ajudar a definir problemas e a estabelecer estratégias para os ultrapassar.
No entanto, Silva (2001) citado por Nogueiro et al (2004) acrescenta que o grau de intimidade afectiva do casal depende do grau de intimidade que existia entre o casal na fase anterior à gravidez, ou seja, se a relação anterior era emocionalmente estável e sólida, a situação não irá sofrer grandes mudanças com o aparecimento da gravidez... por outro lado, se a relação entre o casal era conflituosa antes da gravidez, provavelmente, o casal terá maior dificuldade em
efectuar os respectivos ajustamentos.Uma das questões que é colocada frequentemente durante a gravidez está relacionada com a proibição ou não de manter relações sexuais.
Muitos casais abstêm-se do sexo por pensarem que a penetração pode magoar o bebé. Outros, por uma questão mais ligada ao emocional e por associar a imagem da mulher com o aspecto sagrado da maternidade, evitam toda a actividade sexual.
No entanto, se não houver nenhuma contra-indicação médica, os casais poderão ter relações sexuais durante todo o período da gravidez. O bebé encontra-se protegido, dentro de membranas “bolsa amniótica”, rodeado por líquido amniótico.

Torna-se imperativo que os dois parceiros dialoguem sobre os seus sentimentos, uma vez que se não compreenderem as alterações fisiológicas e emocionais inerentes à gravidez, podem ficar confusos com o comportamento do outro. Conversar sobre as mudanças que cada um sente, pode ajudar a definir problemas e a estabelecer estratégias para os ultrapassar.
No entanto, apesar dos esforços e dos ajustamentos que o casal realiza pode surgir a necessidade de apoio nesta área. Se assim for, aconselhem-se com um profissional de saúde sobre as questões que pretendem resolver.
______________________________________ Vânia Coimbra
Bibliografia:
BOBAK et al. Enfermagem na maternidade. Loures: Lusociência, 1999.
NOGUEIRO, Ana Luísa Gonçalves et al – Intimidade do casal durante a gravidez. Sinais vitais. Coimbra. Nº 57 (2004), p.34-42
NOGUEIRO, Ana Luísa Gonçalves et al – Intimidade do casal durante a gravidez. Sinais vitais. Coimbra. Nº 57 (2004), p.34-42
Sair de casa com o bebé: segurança rodoviária
quarta-feira, 16 de Janeiro de 2008
Pouco tempo após o nascimento, o bebé faz a sua primeira viagem de automóvel e, em breve, somar-se-ão muitas mais viagens. Por isso, é fulcral e obrigatório por lei transportar o bebé com a máxima segurança.O transporte do bebé em segurança implica adaptar o seu veículo ao tamanho e idade dos pequenos passageiros bem como, a adequação dos seus hábitos como automobilista às exigências e necessidades dos mesmos.
Se o assunto lhe interessa, clique aqui.
domingo, 13 de Janeiro de 2008

No dia 14 de Janeiro o "Milagre de Vida"Preparação para o Parto pelo método psicoprofilático completa 4 anos de actividades.
Se quiser conhecer um pouco mais deste projecto clique aqui
Ainda somos pequeninos, mas passo a passo vamos fazendo o caminho!
Brevemente tornaremos público outras actividades, programadas para este ano 2008, esperem surpresas muito
agradáveis...
Para nós flores...


para os amigos um beijo gostoso!











