Semana da Família
quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Como prometemos aqui está o Programa da "Semana da Família", clique aqui.Se desejar participar com os seus filhotes, decida-se porque as actividades têm limites de participandos.
Para se inscrever clique aqui
Informações: pelo telef.912765719 ou pelo e-mail: csfeira@gmail.com
Dia internacional da família
domingo, 10 de Fevereiro de 2008
No dia 15 de Maio, celebra-se o Dia Internacional da Família este dia foi proclamado em Assembleia Geral das Nações Unidas pela resolução 47/237 de 20 de Setembro de 1993. com o objectivo de chamar a atenção de todo o mundo, governos, responsáveis por políticas locais e famílias, para a importância da FAMÍLIA como núcleo vital da sociedade e para os seus direitos e responsabilidades.O DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA completa este ano o seu 14º aniversário e ainda é praticamente desconhecido entre nós.
No Centro de Saúde da Feira está em curso um Projecto com o titulo “CENTRO DE SAÚDE EM MOVIMENTO”, este inclui o Programa “DIAS TEMÁTICOS” que promove actividades relacionadas com o tema do dia que se celebra.
Mas para o Dia Internacional da Família, não nos limitamos a celebrar o DIA, vamos promover a SEMANA DA FAMÍLIA de 12 a 16 de Maio de 2008. Brevemente será divulgado o programa para essa semana, esteja atento.
Intimidade, sexualidade e gravidez (2ª parte)
sábado, 2 de Fevereiro de 2008
A gravidez não impede o casal de viver e de expressar a sua sexualidade. Contudo, a grávida e o companheiro poderão passar por alguns desencontros na disposição para a relação sexual.Neste período tão específico das suas vidas, a afectividade poderá sobrepor-se à sexualidade, ou seja, o casal poderá optar por manifestar o seu amor e carinho de outras formas, deixando as relações sexuais para segundo plano. É deveras importante que o casal seja capaz de dialogar e transmitir senti
mentos e emoções, de forma a evitar mal-entendidos e situações constrangedoras.Primeiro trimestre da gravidez…
Durante este período, o impacto da descoberta da gravidez influencia a intimidade/sexualidade do casal de forma positiva ou negativa.
Alguns casais revelam um aumento da actividade sexual, no início da gravidez, devido à alegria e excitação da novidade de que vão ser pais, tornando-se mais agradáveis os momentos
de intimidade. No entanto, esta notícia acata um incremento das responsabilidades a ambos pelo que, o tempo de ajustamento à nova realidade familiar pode afectar o seu relacionamento, inclusive a nível sexual.
Para além disso, no primeiro trimestre da gravidez, a mulher pode apresentar diminuição da libido; esta situação associada às indisposições típicas deste período como sejam as náuseas, os vómitos, a dor nos seios (devido ao aumento de volume), a dor na zona do baixo-ventre (junto ao útero), a sonolência e a fadiga, contribuem para a diminuição da disposição para a relação sexual.
Existem também alguns mitos associados à gravidez, como o medo da ocorrência de um aborto ou que o sémen possa atravessar a placenta e causar problemas ao feto, que fazem com que muitos casais evitem ter relações sexuais nos primeiros meses.
No segundo trimestre da gravidez…
A partir do terceiro-quarto mês, normalmente as indisposi
ções diminuem de intensidade. O desejo e a frequência sexual tende a voltar aos níveis normais, permanecendo assim, geralmente, até ao sétimo-oitavo mês de gravidez. Também a aceitação da chegada do novo membro da família, que está para breve e os preparativos para o receber contribuem para a aproximação do casal.No entanto, as mudanças corporais que se desenvolvem na gravidez, podem contribuir para a aproximação ou para o afastamento do casal, na medida em que influenciam a imagem que a mulher tem de si. Algumas sentem-se bonitas e orgulham-se de exibir a barriga, outras porém acham-se feias e pouco atraentes.
Em situações extremas, sentem vergonha de ficar nuas em frente do marido e, como o desejo está directamente ligado à auto-estima acabam por evitar as relações sexuais. Um companheiro sensível, capaz de desfrutar e de apreciar as mudanças que a gravidez desenvolve no corpo da mulher pode fazer a diferença.

No terceiro trimestre da gravidez…
Na fase final da gravidez a actividade sexual, geralmente, diminui. A grávida pode sentir desconforto físico (dores nas pernas e costas, peso da barriga, não consegue encontrar uma posição confortável para dormir) e desconforto psíquico (relacionado com a proximidade do parto).
Persistem ainda, alg
uns mitos como por exemplo, o medo de magoar o bebé ou que a relação sexual desencadeie contracções prematuras , que fazem com que muitos casais se abstenham da relação sexual no fim da gravidez.
Quando as relações sexuais estão contra-indicadas…
As relações sexuais estão proibidas no caso de insuficiência istmo-cervical, ocorrência de hemorragias, ruptura de membranas ("bolsa d`águas), placenta prévia, contracções que ameacem a ocorrência de parto pré-termo ou outras contra-indicações médicas.

No terceiro trimestre da gravidez…
Na fase final da gravidez a actividade sexual, geralmente, diminui. A grávida pode sentir desconforto físico (dores nas pernas e costas, peso da barriga, não consegue encontrar uma posição confortável para dormir) e desconforto psíquico (relacionado com a proximidade do parto).
Persistem ainda, alg
uns mitos como por exemplo, o medo de magoar o bebé ou que a relação sexual desencadeie contracções prematuras , que fazem com que muitos casais se abstenham da relação sexual no fim da gravidez.Quando as relações sexuais estão contra-indicadas…
As relações sexuais estão proibidas no caso de insuficiência istmo-cervical, ocorrência de hemorragias, ruptura de membranas ("bolsa d`águas), placenta prévia, contracções que ameacem a ocorrência de parto pré-termo ou outras contra-indicações médicas.
Nos casos em q
ue tenha que suspender a relação sexual, o casal pode adoptar vias alternativas para obter prazer e explorar a sua sexualidade, como sejam jogos amorosos, carícias, beijos apaixonados, massagens, um banho a dois, entre outros.Acima de tudo, o importante é que o casal comunique os seus sentimentos e os seus receios, para, em conjunto, ultrapassarem obstáculos que vão surgindo.
_______________________________ Catarina Fonseca (enfermeira em estágio no Curso de Preparação para o Parto)
Bibliografia:
BOBAK [et al]. Enfermagem na Maternidade. Loures: Lusociência, 1999.
DALE, Barbara, ROEBER, Johanna. Exercícios de preparação para o parto. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1993.
Enciclopédia da mãe de da criança: Maternidade. Lisboa: Lusodidacta, 1995.
Mamã, papá…estou a chegar! Guia Prático – Gravidez e Parto. Sintra: Impala Editores, 2003.
http://www.paisefilhos.iol.pt/artigo.php?div_id=3669&id=792127
http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/gravidez+e+sexualidade/viveragravidezemsaude.htm
http://saude.sapo.pt/artigos/?id=761807








